Documentários de Moda que amamos! Fashion documentaries we love!

Se você adora moda, então vai amar essas dicas de documentários que mostram os bastidores dos fashion shows, a vida pessoal e profissional dos designers, como foi a trajetória deles até conseguirem reconhecimento de grandes marcas e também a vida de pessoas comuns que como você e eu, adoram moda e fizeram dessa paixão uma estilo de vida.

doc-jeremyJeremy Scott- the peoples designer: esse documentário conta a vida de Jeremy Scott desde sua infância no interior dos EUA, como desde criança ele já mostrava aptidão e gosto pela moda e como foi sua trajetória até conseguir reconhecimento, e os bastidores de seu primeiro fashion show para Moschino.

doc1Advanced Style: o meu favorito, mostra o dia-a-dia de mulheres que sempre amaram brincar com a moda e criaram um estilo único e divertido e continuam arrasando na terceira idade.

 

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Dior and I: A vida do então novo designer da Dior, Raf Simons, é retratada tendo como pano de fundo um diário escrito por Christian Dior, suas aflições em relação a vida e seu trabalho, as expectativas ao lançar novas coleções e o estresse enfrentado por ambos, Raf e Christian.

doc-metThe First Monday in May: a famosa Anna Wintour (editora da Vogue e inspiração da Miranda Prestly de O Diabo Veste Prada) organiza o “baile” do Met Gala  que visa angariar fundos para o museu Metropolitan de Nova York e claro, atrair atenção da mídia para o universo fashion. Você sabia que todo ano uma exposição de moda é exibida no Metropolitan? O documentário mostra os bastidores da criação da exposição, deste o princípio da escolha do tema e do designer até a montagem de fato da exibição.

flag-us-uk If you like fashion, then you’ll love these documentaries that showcase the backstage of fashion shows, the personal and professional life of the designers, how their trajectory was until they were recognized by great brands and also the lives of ordinary people like you and me that love fashion and have made this passion a lifestyle.

Jeremy Scott- the peoples designer: this documentary tells the life of Jeremy Scott from childhood in a small city in the US, and show that as a child he already had aptitude and taste for fashion and how  was his journey until recognition, and the backstage of his first fashion show for Moscchino.

Advanced Style: my favorite, it shows the day to day of women who have always loved to play with fashion and have created a unique and fun style and continue to overwhelm the elderly.

Dior and I: The life of then-new Dior designer Raf Simons is portrayed with a background of Dior’s diary, his afflictions about life and his work, expectations of new collections and stress faced by both Raf and Christian.

The first Monday in May: the famous Anna Wintour (editor of Vogue and inspiration for Miranda Prestly of The Devil Wears Prada) organizes the “ball” of the Met Gala that aims to raise funds for the Metropolitan Museum of New York and of course, attract Media attention to the fashion universe. Did you know that every year a fashion show is exhibited at the Metropolitan? The documentary shows the backstage of the creation of the exhibition, from the choosing a theme  and the designer, to the actual assembly of the exhibition.

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“Greenery”: cor de 2017 escolhida pela Pantone!/ the Pantone color for 2017!

 
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“Greenery  estimula a segurança desejada nesse tumultuado ambiente político e social. Satisfazendo nosso desejo de renovar-se e revitalizar-se, a cor simboliza a reconecção que buscamos com a natureza, com o próximo e com um propósito maior.”
Greenery é um tom refrescante e revitalizante, símbolo de novos começos. O tom fresco e verde-amarelado  evoca os primeiros dias da primavera, quando a natureza revive,se restaura e renova.
Greenery é natureza neutra. Quanto mais submersos estiverem na vida moderna, maior será o seu desejo inato de mergulhar na beleza e na unidade do mundo natural.
É um tom que afirma a vida, Greenery também é emblemática da busca de paixões pessoais e vitalidade.
Qual é a cor PANTONE do ano?
Uma seleção de cor simbólica; Um instantâneo de cor do que vemos acontecendo em nossa cultura global que serve como uma expressão de um humor e uma atitude.
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Foto: VerdiGris

 

A Pantone é um instituto que trabalha com a padronização de cores e ao escolher uma cor para o ano, influencia escolhas no mundo da moda, decoração, entre outros.
A escolha da cor é estudada com antecedência por especialistas de vários ramos que juntos chegam a um consenso.
Apesar de pessoalmente achar uma cor um tanto difícil de aplicar na moda (nem todo mundo fica bem de verde-amarelado, não é mesmo?), o conceito por atrás da escolha cai perfeitamente para o ano que vamos enfrentar pela frente!
Com certeza 2017 será um ano de renovações e esperança, afinal, quem não se sentiu exausto em 2016? 
Claro que não tem como comparar o Rose Quartz e Serenity Blue- que foram as cores de 2016 e nós amamos- porém com algumas combinações é possível ficar na moda e linda!
PS: ao pesquisar as combinações e tons do greenery até me animei a colocar um pouco de verde na minha vida!  
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flag-us-uk  GREENERY – PANTONE 15-0343

A refreshing and revitalizing shade, Greenery is symbolic of new beginnings.

Greenery is a fresh and zesty yellow-green shade that evokes the first days of spring when nature’s greens revive, restore and renew. Illustrative of flourishing foliage and the lushness of the great outdoors, the fortifying attributes of Greenery signals consumers to take a deep breath, oxygenate and reinvigorate.

Greenery is nature’s neutral. The more submerged people are in modern life, the greater their innate craving to immerse themselves in the physical beauty and inherent unity of the natural world. This shift is reflected by the proliferation of all things expressive of Greenery in daily lives through urban planning, architecture, lifestyle and design choices globally. A constant on the periphery, Greenery is now being pulled to the forefront – it is an omnipresent hue around the world.

A life-affirming shade, Greenery is also emblematic of the pursuit of personal passions and vitality.

What is the PANTONE Color of the Year? A symbolic color selection; a color snapshot of what we see taking place in our global culture that serves as an expression of a mood and an attitude.

Pantone is an institute that works with the standardization of colors and choosing a color for the year influences choices in the fashion world, decoration, among others.

The choice of the color is studied in advance by experts from various areas and  together find a consensus.

Although personally I find a color somewhat difficult to apply in fashion (not everyone looks good in a yellow-green shade, isn’t it?), the concept behind the choice fits perfectly for the year that we will face ahead!

Surely 2017 will be a year of renewals and hope, after all, who did not feel exhausted in 2016?
Of course there is no way to compare Rose Quartz and Serenity Blue – which were the colors of 2016 and we loved it – but with some combinations it is possible to look fashionable and beautiful!

After some research I think I am gonna the a risk in Greenery!

Fashion Statement- qual a sua marca registrada?

lady2Não lembro de ter pensado sobre o “fashion statement” que minhas roupas passariam quando as escolhia. Porém esse é um processo que muitas vezes acontece inconscientemente, afinal, nem todo mundo tem um time de stylists e profissionais da moda como Lady Gaga, por exemplo, que não apenas a ajudam a escolher lindos modelitos, mas pensam estrategicamente na mensagem que a roupa vai passar.

Afinal, o que é “fashion statement”? É quando algo que você veste é uma novidade ou uma peça incomum e você a veste com a intenção de chamar atenção. Simples não é?

 

Vamos a um exemplo: Na balada você quer se sentir sexy mas com conforto, então elege peças mais confortáveis, salto médio ou baixo, as vezes um tênis, e para dar o toque sexy usa um top frente única de veludo mostrando as costas e os ombros. Com certeza vai chamar atenção e você continuara confortável e sexy!   O tecido e o corte do top criaram a imagem sexy que você queria!

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Qual o seu fashion statement ou sua marca registrada??? A minha é minha pink scarf!

flag-us-uk I dont remember thinking about the “fashion statement” of my clothes when I chose them. But this is a process that often happens unconsciously, after all, not everyone has a team of stylists and fashion professionals like Lady Gaga, for example, who not only help her choose beautiful outfits, but strategically think of the message that clothes will pass.

After all, what is a “fashion statement”? It is when something you wear is a novelty or an unusual piece and you wear it with the intention of drawing attention. Simple isnt  it?

Let’s take an example: In a night out with your girlfriends you want to feel sexy but still  comfortable, then you choose more comfortable pieces, like low heels, sometimes a sneaker, and to give the sexy touch you wear a velvet top showing the back and the shoulders. It will definitely draw attention and you will remain comfortable and sexy! The fabric and cut of the top created the sexy image you wanted!

Sometimes your fashion statement is so unique that everybody think of you when they see something similar!

Trends de 2016 que amamos vestir!/ 2016 Fashion Trends that we loved to wear!

2016 foi um ano de muita liberdade no mundo da moda! Conforto e estilo enfim vieram pra ficar e resgatamos estilos que provavelmente não iremos deixar de usar tão cedo!

O trend anos 90 que mais amei foram jeans de cintura alta,  slip-dress + camiseta branca, e oversized  jeans jacket.

Outro moda que pegou e eu amei foram os patches, o bordado, blusa off the shoulder e listras, ótimas para usar no verão!

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Para o inverno os casacos estilo militar, a jaqueta com pelego e os casacos de pelo falso não devem sair de cena tão cedo. Aqui no Canada é inverno agora e ta todo mundo usando.

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Também vimos pelinho em tudo: chinelos, bolsas e até brincos!

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Qual trend de 2016 você amou e não pretende largar tanto cedo???

2016 was a year of great freedom in the fashion world! Comfort and style have finally come to stay and we have rescued styles that we will not stop wearing so soon!

flag-us-uk The 90’s trend I  love the most was high waist jeans, slip-dress + white undershirt, and oversized jeans jacket.

Another trend that caught on and I loved were the patches, the embroidery, off the shoulder top and stripes, great to wear in the summer!

For  winter the military style coats and faux fur coats and jackets are not leaving the scene so soon. Here in Canada is winter now and everyone is using it! Talking about fur… they were everywhere: in purses, slippers and even in earrings.

Wich trend of 2016 did you like the most?

The Girl with the Pink Scarf- My fashion story

Eu sempre amei a cor rosa mas conforme fui ficando mais velha percebi que as opções de peças coloridas nas lojas diminuem, dando espaço para tons neutros “mais adultos”, principalmente no inverno.

Aqui no Canadá o pessoal é bem básico e muitas vezes é difícil achar peças mais “alegres” para animar os modelitos de inverno, por isso invisto em acessórios, o meu favorito – uma scarf rosa!

Selecionei fotos de alguns anos atrás até os dias de hoje com minhas variadas formas da pink scarf!  Você também tem uma peça favorita que já é sua marca registrada? Me conte aqui nos comentários.

 

flag-us-uk I always loved the color pink but as I got older I noticed that the options of brighter pieces in the stores diminished, giving space for “more adults”neutral tones, specially during fall/winter season.

Here in Canada people are very basic and it is often difficult to find more “cheerful” pieces to liven up the winter outfits, so I invest in accessories, my favorite – a pink scarf!

I selected photos from a few years ago to this day with my various forms of pink scarf! Do you also have a favorite piece that is already your trademark? Tell me in the comments!

 

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Pink Scarf em London
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Cuba
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Paris
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Parisian dog
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Roma

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Amesterdan
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Dublin
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London
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NYC Public Library
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Summer time in Vancouver

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Me protegendo do vento!
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Toronto

Marylin- a biography

Já li umas duas biografias de Marilyn Monroe e outra mais específica sobre ela e o ex-presidente Kennedy, e sempre que lançam algo novo a seu respeito me interesso. Sim, ela virou um grande mito, mas me interesso pela mulher por trás do mito. Em tudo que já vi e li, sua vulnerabilidade, insegurança e solidão são evidentes.
Marilyn insegura???? Sim, ela ficava horas se arrumando e se preparando para os papéis, estudou mais do que as pessoas imaginam, e mesmo com o mundo ao seus pés ela se sentia super insegura.
Quase 50 anos depois de sua morte, completados em agosto de 2012, uma caixa com escritos de Marilyn Monroe foi achada na casa de sua professora de atuação. Com base nos papeis, poemas, cartas e trechos de biografias, entrevistas com biógrafos e imagens de arquivo, o documentário “Love, Marilyn” foi produzido.
   Esse documentário reforça como Marilyn se sentia, mas ali temos a confirmação, já que o mesmo fora gravado baseado em diários e escritos pessoais da atriz.
Marilyn foi a primeira atriz a quebrar o contrato com 20th Century Fox, pois além de pagá-la muito mal – menos que um acompanhante de Liz Taylor – ela era a atriz cujos filmes mais rendiam em bilheteria. Sempre insegura, ela foi para Nova York e voltou a estudar. Mas era bem estranho isso, pois ela já era famosa, aquela Marilyn do vestido esvoaçante, não precisava voltar a estudar, certo? Para ela não! Ela não estudava para se aperfeiçoar, mas porque acreditava que não era boa atriz. Ou pelo menos não boa o suficiente.
No Actors Studio, Lee Strasberg que era seu professor, viu que Marilyn era uma pessoa, e a diva uma outra, porém talvez nem mesmo ela tivesse visto essa dualidade, tendo em vista que sofria demais na tentativa de manter essa persona inventada. Foi então que ela começou a frequentar um terapeuta. O sentimento de não poder ser natural, ser gente, ser humana a estava destruindo. E a insegurança em sua performance como atriz continuava pesando. Provavelmente a combinação da ajuda e suporte do diretor Strasberg e a terapia a ajudaram a recuperar um pouco a confiança, e ela voltou à Hollywood, renovou seu contrato mas agora com uma lista de exigências, dignas de uma grande atriz.
Mas quando ela pensava se sentir mais confiante, seu namorado a usou e a pediu em casamento na televisão, sem nem ao menos falar disso antes com ela. O pedido foi um jeito dele escapar das autoridades que o investigavam e também de se auto-promover. Quando os repórteres bateram a sua porta ela deu uma entrevista em que se pode ver nitidamente o desconforto com a situação.
Mesmo assim ela se casou com ele. Esse casamento foi muito bem retratado no filme “7 dias com Marilyn”, em que é explorada a fase em que o marido descobre quem realmente Marilyn é – insegura, carente – e escreve em seu diário chamando-a de “tonta” entre outras coisas, acabando de novo com aquela recém adquirida confiança em si mesma.
Dali em diante a vida de uma diva estava em queda livre. Ela foi internada num hospício, começou a ir a um novo terapeuta  – que era fascinado pelo fato de tê-la como paciente e a tratou de modo pouco profissional, e dada a fascinação, ele fazia de tudo para agradá-la, o que significava dar ainda mais remédios e pílulas para dormir.
Além  disso, ela começa a beber ainda mais. Em seu último filme ela aparecia sonolenta, não havia decorado o script, e bêbada.
Sozinha.

O resto todo mundo sabe.

O que queria destacar nesse breve resumo sobre Marilyn, é que todo mundo tem suas inseguranças, seus problemas pessoais, uma vida igual a nossa. Talvez a conta bancária seja diferente, mas de resto somos todos iguais, humanos. Por isso é tão importante falarmos de padrões de beleza, de ainda estarmos em situação de desigualdade de gênero, pois ainda somos vistas como “tontas” se somos bonitas, ou valemos menos se não somos. E o mesmo não acontece no universo masculino, pelo menos não na mesma proporção.
Marilyn foi usada pelos homens em diversas situações, e se deixou usar para conseguir o que queria. Entrar para o “clube hollywood”, para uma mulher, significava favores sexuais.
Hoje ainda ouvimos relatos de pelo menos tentativas mais “ousadas”, por parte de diretores, fotógrafos. Será que o mesmo acontece no mundo masculino? Não sei, mas se acontece deve ser em menor proporção, isso é certeza. Pois ainda existem muitos homens que acreditam ter um certo direito em se aproveitar, ou pelo menos tentar algo mais. E infelizmente o “não” muitas vezes é ignorado, e isso não sou eu falando, mas as estatísticas, que mostram o quanto as mulheres ainda são abusadas de inúmeras formas.
E é por isso que o feminismo não é cafona, ele é necessário, infelizmente, tanto em 1950 quanto em 2016!

E cá entre nós, que tal começarmos a nos cobrar menos? Menos perfeição, beleza, magreza, menos: ser a super mãe, a super cozinheira,a malabarista sexual e ter um super corpo e saber cozinhar como no master chef…

flag-us-uk English:

I’ve read a couple of biographies of Marilyn Monroe and one more specific about her and former President Kennedy, and every time they pitch something new about her I’m interested. Yes, she has become a great myth, but I am interested in the woman behind the myth. In everything I have seen and read, her vulnerability, insecurity and loneliness were evident.
Marilyn insecure ???? Yes, she would spent hours getting ready and preparing for the papers, studied more than people imagined, and even with the world at her feet she felt super insecure.
Almost 50 years after her death, completed in August 2012, a box with writings by Marilyn Monroe was found at her acting teacher’s house. Based on the roles, poems, letters and excerpts from biographies, interviews  and archive footage, the documentary “Love, Marilyn” was produced.
This documentary reinforces how Marilyn felt, but there we have the confirmation, since it was recorded based on personal diaries and writings of the actress.
Marilyn was the first actress to break the contract with 20th Century Fox, as well as paying her very poorly , she was the actress whose films topped the box office. Always insecure, she went to New York and went back to school. She did not study to perfect herself, but because she believed she was not a good actress. Or at least not good enough.
In the Actors Studio, Lee Strasberg, who was hes teacher, saw that Marilyn was one person, and the Diva another, but perhaps not even she had seen this duality, since she suffered too much in the attempt to keep this persona. It was then that she began attending a therapist. The feeling of not being herself was destroying her. And the insecurity in her performance as an actress continued to weigh. Probably the combination of the help and support of director Strasberg and the therapy helped her regain some confidence, and she returned to Hollywood, renewed her contract but now with a list of requirements, worthy of a great actress.
But when she thought she was feeling more confident, her boyfriend used it and asked her to marry him on the TV. The request was a way for him to escape the authorities investigating him and also for self-promotion. When the reporters knocked on her door she gave an interview in which one can clearly see the discomfort with the situation.
Even so, she married him. The marriage was very well portrayed in the film “7 Days with Marilyn,” in which it explores the stage where her husband finds out who Marilyn is – insecure, needy – and writes in her diary calling her “dumb” among other things , Finishing again with that newly acquired confidence in itself.
From then on a diva’s life was in free fall. She was hospitalized, started going to a new therapist – who was fascinated by the fact of having her as a patient and treated her unprofessionally, and given the fascination he did everything to please her, which meant give even more pills.
In addition, she begins to drink even more. In her last film she appeared sleepy, had not decorated the script, and drunk.
Alone.

The rest everyone knows.

What I wanted to point out in this brief summary about Marilyn is that everyone has their insecurities, their personal problems, a life just like ours. Maybe the bank account is different, but otherwise we’re all the same, human. That is why it is so important to talk about patterns of beauty, of being still in a situation of gender inequality, because we are still seen as “dumb” if we are beautiful, or worth less if we are not. And the same does not happen in the male universe, at least not in the same proportion.
Marilyn was used by men in various situations, and she let herself be used to get what she wanted. Entering the “hollywood club” for a woman meant sexual favors.
Today we still hear reports of sexual harassment from directors and actor as seen lately in Last Tango in Paris. There are still many men who believe they have a right to take advantage, or at least try something else. And unfortunately the “no” is often overlooked, and this is not me talking, but the statistics, which show how much women are still abused in countless ways.
And that is why feminism is not kitschy, it is unfortunately necessary, both in 1950 and 2016!

And between us, how about stopping pressuring ourselves? Less perfection, beauty, thinness, less: being the super mother, the super cook, the sexual juggler and having a super body and know how to cook as in the master chef …